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Mação
O Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo, em Mação, voltou a integrar as Jornadas Europeias do Património, este ano com uma actividade bem interessante e original que vai proporcionar uma viagem pelo mundo e história da Arte Rupestre.
No passado dia 27 de Setembro, a partir das 15h, teve início o programa com uma visita guiada à fachada (no edifício dos Bombeiros Voluntários de Mação) onde foi elaborada a reprodução dos originais de pinturas e gravuras de Arte Rupestre Internacional, pela mão dos alunos do Mestrado em Arqueologia Pré-Histórica e Arte Rupestre e do Doutoramento em Quaternário, Materiais e Culturas (que decorrem em Mação). Ali será também explicado o projecto Transformations: Museu de Museus e o objectivo de iniciativas como esta.
Mas o programa não termina aqui e o Museu abriu, pela primeira vez, as portas do Laboratório de Arte Rupestre no Instituto Terra e Memória (ITM) ao público, para mostrar o seu funcionamento e dar a conhecer o trabalho ali desenvolvido por investigadores de todo o mundo que se encontram em Mação. Para fechar o dia, os participantes foram convidados a colaborar na elaboração de um novo mural, junto do ITM.
O Museu de Mação marca, como habitualmente, a sua participação nas Jornadas Europeias do Património. Uma participação sempre muito activa, com recurso a acções que primam pela diferença e originalidade, que visam a integração e participação da população.
Refira-se que as Jornadas Europeias do Património são promovidas pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), em todo o país, nos dias 26, 27 e 28 de Setembro. Sob o tema "no património... ACONTECE” pretendem “propiciar novas oportunidades de reencontro das pessoas e das comunidades com o mundo do património e dos monumentos, reforçando essa ligação através de acções que promovam a sua reapropriação com um carácter efémero. Propôs-se às várias entidades, por isso, que fosse feito um especial investimento na implementação de actividades que estimulem a aproximação e o envolvimento da população com o património, com o objectivo a dar a conhecer as potencialidades, de incentivar o acesso à oferta cultural e o usufruto dos espaços patrimoniais”.
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