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Proença-a-Nova
Três postos de abastecimento de combustível e um restaurante foram assaltados na madrugada do passado domingo, no concelho de Proença-a-Nova. Dinheiro, alimentos, garrafas de gás, material informático e de som foram os principais bens furtados.
No Restaurante Felisbelo, situado à entrada da vila de Sobreira Formosa, os larápios entraram pela janela, cujo fecho foi forçado. Do interior foi furtado um cesto de fruta, garrafas de vinho e de uísque, um telefone portátil e algum dinheiro que os proprietários deixaram junto à caixa registadora. Sentaram-se numa mesa e comeram e beberam à descrição, nomeadamente sobremesas e gelados. A proprietária salienta que eram três ou quatro indivíduos, isto de acordo com o número de cadeiras deixadas na mesa.
No final, saíram pela porta principal, ampla e envidraçada. A proprietária, Rosalina Costa interroga-se porque é que não saíram pela porta mais pequena. Assim, suspeita que tenham levado outras coisas que até poderiam ter sido carregues para uma viatura colocada no exterior da porta ampla. Mas até agora ainda não deu por falta de nada. O assalto coincidiu com a ida do casal e filhos para os anos de um neto em Lisboa. “Devem ter ido ao bar do meu filho Dany, espaço de diversão nocturna, e como estava fechado concluíram que não estávamos. Assim, actuaram livremente, pois até comeram na sala”, salienta.
O posto de abastecimento de combustível de Catraia Cimeira também foi assaltado. Os larápios arrombaram porta do café que dá apoio ao posto, de onde levaram um ecrã plasma, uma máquina de moedas, um auto-rádio, 100 euros em dinheiro e um computador portátil. Saíram sem deixar o menor rasto. Para facilitar a entrada arrancaram o alarme. No interior o alarme tocou ininterruptamente, mas com a porta fechada o som foi abafado. Também não passou por ali ninguém por ser de madrugada.
As bombas da Repsol, em Sobreira Formosa, também foram alvo dos larápios. No entanto, foram apenas levadas 12 garrafas de gás butano, que se encontravam no expositor. Os cadeados, já repostos, foram cortados. Nos três casos, a GNR esteve no local e procede a investigações.
No concelho de Proença foi ainda assaltado outro posto, mas o proprietário não quis prestar qualquer declaração, avisando mesmo que não permitia que se falasse no seu posto. Referiu que ele mesmo faria a sua investigação.
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