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A Câmara Municipal de Maçãorealiza o Mação Total e a 16.ª Feira Mostra. Duas grandes apostas da Autarquia, que se realizarão no Largo Infante D. Henrique (conhecido como Largo da Feira), na Vila de Mação, em dois fins-de-semana seguidos. O Mação Total entre 26 e 28 de Junho. A Feira Mostra nos dias 3, 4 e 5 de Julho.
Sexta-feira – 3 de Julho 18.15h – Arruada pela até ao Cine-Teatro Municipal 18.30h – no Cine-Teatro Municipal – Mini-Concerto do no Cine-Teatro Municipal 19.30h – – Visita aos stands expositores e à Feira do Livro 20h –Início da 23h – Actuação do grupo 24h –Encerramento dos stands Filarmónica União Maçaense Lançamento do Guia do Munícipe Coro Infantil de Mação Inauguração da 16.ª Feira Mostra do Concelho de Mação Taça do Concelho em Futsal Apresentação do livro “Fernando Lopes-Graça - Andamentos de uma Vida”, do Arquitecto Ricardo Cabrita no Polidesportivo do Cerejal (24 horas) 21h – no stand da Feira do Livro (Organização conjunta: Câmara Municipal de Mação e Centro Recreativo e Cultural de Queixoperra) JUST GIRLS
Sábado – 4 de Julho
16h – Abertura do recinto da Feira Mostra e da Feira do Livro 20h – Encerramento da no Polidesportivo do Cerejal 21h – Actuação do pelo recinto 21h no stand da Feira do Livro 23h – Actuação do artista Taça do Concelho em Futsal Grupo de Cantares “Os Maçaenses” – Apresentação do livro “O Último Bandeirante”, do jornalista da TVI Pedro Pinto 24h –Encerramento dos stands PAULO GONZO 24h –Encerramento dos stands 16h –
Domingo – 5 de Julho
Abertura do recinto da Feira Mostra e da Feira do Livro 21h – Actuação do Grupo Cantares da Serra pelo recinto ROBERTO LEAL Fogo-de-Artifício Encerramento da 16.ª Feira Mostra do Concelho de Mação
FEIRA DO LIVRO Sábado - 4 de Julho - Jornalista PEDRO PINTO apresenta... “O Último Bandeirante” é o romance de estreia do jornalista da TVI Pedro Pinto. Com edição de A Esfera dos Livros, “O Último Bandeirante” “é um romance histórico cujo protagonista é Raposo Tavares. Quando este atacou a Missão Jesuíta de Jesus Maria, o seu objectivo era conquistar a região do Tape em nome da Coroa portuguesa e destruir o sonho do Superior Diego de Trujillo. Contudo, estava longe de imaginar que começava ali uma corrida de vida e morte à maior bandeira de sempre em terras do Brasil. Com as mãos sujas de sangue, a roupa a cheirar a queimado e milhares de índios aprisionados, Raposo Tavares, o maior bandeirante de todos os tempos, regressou à vila de São Paulo; voltou a casa e ao fabrico das suas estranhas infusões, ao desenho dos seus mapas e aos braços apaixonados de Maria Teresa. No entanto, era hora de regressar ao mato, para definir as fronteiras de Tordesilhas e procurar, a contragosto, o Eldorado. Só que, três anos depois, quando regressou a São Paulo, Raposo Tavares era um homem quase irreconhecível, marcado pela maldição do Amazonas. |