Seg 04 Mai |
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Nas intervenções, a cargo de responsáveis do PCP, foi dito que a pretexto da crise capitalista o emprego tem-se tornado cada vez mais vulnerável e inseguro, o que se deve “ às opções da política económica e social do Governo PS, e que em nada diferem dos governos anteriores do “Bloco Central”. Foi também dito que a revisão do Código do Trabalho, aprovado pelo governo PS, constitui mais um passo na fragilização das relações de trabalho; a política de direita realizada acentuou a destruição do sector produtivo e aumentou o desemprego. A constante desvalorização da agricultura, quer na produção de bens alimentares quer em termos sociais; a continuada implementação de uma PAC, que apoia quem não produz; o atraso nas indemnizações compensatórias e o constante aumento dos preços dos factores de produção, foi o cenário traçado para a agricultura, onde se falou também do desinvestimento na fileira florestal, o deficiente apoio aos produtores, o seu desordenamento e a deficiente prevenção de fogos. Assim, para o PCP é urgente mudar de política, pois a situação é grave e motivo de grande preocupação, uma vez que estas políticas não defendem a valorização do trabalho e o respeito pela pessoa humana. No final foi referido que a seu tempo “iremos apresentar as nossas propostas para as eleições para o Parlamento Europeu, para a Assembleia da República e para as autarquias”, acentuando-se que “o PCP tem propostas e ideias para o desenvolvimento, para o progresso, para a paz e para mais justiça social. O PCP entende que há oito áreas sectoriais estruturantes em que é preciso apostar: população, questões sociais e emprego, saúde, educação e formação cultural, investigação, tecnologia e serviços, sector industrial, sector agro-florestal, turismo e ambiente, infra-estruturas e acessibilidades. |