Dom 17 Jan |
|
|
No Estreito um incêndio devorou por completo o 3º andar de uma casa de um jovem casal com dois filhos, um de sete e outro de dois anos.
Era ali que se situavam os três quartos da casa e uma casa de banho. Ficou tudo irreconhecível e reduzido a cinzas: mobiliário, roupas, camas e loiça da casa de banho e todo o recheio. Os bombeiros foram chamados mas nada havia a fazer. Alguns electrodomésticos, nomeadamente televisão, aparelho da tv cabo e leitor de DVD foram também consumidos pelas chamas. A isto acresce outros objectos e valores como ouro. O telhado ruiu, uma vez que a madeira do soalho ardeu. As janelas de vidro e os estores derreteram por acção do calor. O 2º piso, a sala/cozinha, não sofreu directamente com o fogo, mas a água que veio do piso superior danificou o chão em madeira, de modo que tem que ser removido. E as paredes pintadas. A proprietária, Sónia Mateus, muito transtornada, conta como tudo aconteceu. Diz que estava no 1º andar e começou a ouvir algo a dar estalidos. Subiu ao 2º andar onde se apercebeu do cheiro a queimado. Subiu mais um andar e deu de caras com o fogo no telhado do quarto do filho, que depressa alastrou a todo o aposento. Sónia conta que só teve tempo de retirar alguma roupa. Ainda houve quem tentasses controlar o fogo com extintores, mas como havia muito fumo, nada puderam fazer. Sónia Mateus realça que se o fogo tivesse ocorrido de noite, com todos a dormir, as consequências poderiam ter sido piores. Refira-se que a casa tinha sido adquirida com base no crédito à habitação. Estão a pagar o empréstimo.
|