Qui 05 Nov |
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Devo dizer, e em tese geral, que de há uns bons anos a esta parte eu próprio coloquei esta hipótese, perante o facto estranho de nunca nenhum jornalista a colocar, sobretudo, naquelas situações em que as câmaras de televisão já estão à espera da saída dos buscados e dos buscadores do edifício onde as buscas estão a ter lugar. Estranhamente, ninguém coloca a questão de poder a presença de jornalistas, à saída, ter sido determinado por informação de alguém ligado aos que se encontram sob averiguação! Num ápice, logo se aponta a autoridade policial, e de preferência o Ministério Público, como os autores da fuga de informação, quando tal facto serve, primacialmente, os visados, por desacreditar as entidades que investigam. Foi, pois, muito feliz, neste caso concreto, a referência do juiz Rui Teixeira, porque para lá do caso concreto em apreço, referir tal hipótese, para além dos meus escritos, é a primeira vez que é feita e por uma personalidade de há muito considerada honesta e credível. |
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