Seg 02 Nov |
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A crise que afecta as serrações de madeira está para durar, como adianta Floriano Dias, proprietário de uma unidade em Porto do Troviscal, Sertã. Os únicos produtos que neste momento têm saída são os chamados cantos para caixas de fruta, que seguem para um cliente em Espanha. Tudo o restante: tabuado, solho e forro não tem escoamento e deixaram praticamente de os fabricar. No entanto, a estilha para celulose tem muita saída. A matéria-prima também tem faltado, em virtude dos incêndios florestais na zona do Pinhal. A madeira vem agora de locais mais ou menos longínquos como Pombal, Coimbra e Leiria, o que faz aumentar os custos de transporte. |
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