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Out

órgãos autárquicos tomam posse

Escrito por P.M.   

tomadadeexecutivoposse2009_sOs órgãos autárquicos do concelho de Vila Velha de Ródão tomaram posse numa cerimónia que teve lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

 

Para a Assembleia Municipal tomaram posse António Carmona(presidente da Mesa), Maria Teresa Louro, Fernando Roma, Joaquim António Morgado, Maria João Sobreira Mendonça, Miguel António Fradique, Ana Luísa Marques, Alfredo Pires Lourenço, Paula Cristina Gonçalves e Benvinda Pires Dias. Pelo PSD, os deputados municipais são Luís Alberto Rodrigues Costa, Olímpia do Carmo Mendes, João José Dias Ferro, Paulo Manuel Roberto e Ricardo Correia Luís.

Os presidente de Junta também têm assento na Assembleia Municipal. São eles: José Pereira Correia, pelo Fratel; Vítor Manuel Gonçalves (Perais), Virgílio Pires(Sarnadas de Ródão) e Maria Adelaide Caçador(Vila Velha).

antoniocarmona_sO executivo camarário é constituído por Maria do Carmo Sequeira(presidente da Câmara), Luís Miguel Pereira e José Manuel Alves. Os vereadores da oposição(PSD) são Natália Lopes Ramos e Abel Correia Mateus. Luís Pereira é o vice-presidente do executivo.

Na primeira reunião da Assembleia deste mandato foi eleita a Mesa. António Carmona foi eleito, com 14 votos, o presidente da Mesa. A secretária é Maria Teresa Duarte.

António Carmona prometeu que a Assembleia trabalhará sempre em prol do concelho, pois considera este órgão um local por excelência para debater os problemas do concelho e ajudar a desenvolver Vila Velha.
Comprometeu-se ainda a manter a realização das sessões em horário nocturno, como aconteceu durante todo o último mandato, garantindo ainda que vai descentralizá-las pelas quatro freguesias, de modo a aproximar os munícipes das decisões políticas.
Prometeu ainda que a Assembleia Municipal vai fiscalizar a acção da Câmara de forma incisiva, mas em prol do desenvolvimento do concelho. Em conjunto com o executivo, pretende que este órgão contribua para esse mesmo desenvolvimento.

mariadocarmsosequeia_sA presidente da Câmara Municipal, Maria do Carmo Sequeira, referiu que durante estes oito anos desenvolveram sempre um trabalho com afinco e total dedicação, "por isso temos muita obra feita da qual nos orgulhamos". Assim, e nessa continuidade diz que programa para os próximos quatro anos assenta na mesma estratégia, confirmando o diálogo com entidades públicas e privadas, "mas em especial com os nossos conterrâneos".

A autarca destacou ainda que pretende prosseguir em todo o Concelho um trabalho de continuidade para melhorar sempre mais a qualidade de vidas das pessoas e permitir a sua fixação, apoiando a criação de empresas e de novos postos de trabalho. "Para nós tanta importância tem um como têm mil, por isso temos feito obras em aldeias pequenas, mas que entendemos serem de grande importância, frisou, acrescentando que não "podemos esquecer que o nosso concelho tem 330 quilómetros quadrados, mas 42 povoações, pequenos aglomerados dispersos. Essas pessoas precisam de ter os mesmos apoios que aqueles que vivem nas sedes de freguesia têm".

Gestão equilibrada


"No futuro continuaremos a fazer uma gestão equilibrada. Lembro que em 2001 quando tomei posse para o primeiro mandato, o orçamento da Câmara atingia 5 milhões e 575 mil euros. Em 2009, o orçamento é de 9 milhões 647 mil euros", destacou, lembrando ainda a capacidade de endividamento da autarquia, que está a 50 por cento, numa altura em que 25 por cento das câmaras no país estão em falência técnica.

A autarca informou ainda que estão a pagar nove empréstimos da anterior gestão(antes da gestão do PS), dos quais ainda há 209 mil e 366 euros para liquidar. Nos últimos anos foram contraídos, com todas as obras que fizeram, sete empréstimos. "Temos ainda a pagar 1 milhão e 667 mil euros. O nosso limite de endividamento, que é de 4 milhões 889 mil euros, apenas atingimos metade. Por isso continuo a dizer que temos uma Câmara equilibrada, com uma gestão equilibrada. E podemos continuar a fazer as obras que consideramos serem importantes para o Concelho", salientou.

A Presidente sublinhou ainda que nestes últimos oito anos foram elaboradas mais de 1 centena e meia de candidaturas, com um total candidatado de cerca de 28 milhões de euros. Nem todas as candidaturas foram aprovadas, mas muitas foram apoiadas por terem sido feitas a tempo e horas. "Isto significa que a maior parte das obras maiores que realizámos foram candidatadas e receberam apoio de fundos comunitários", realçou ainda, prometendo que o seu programa nos próximos quatro anos é mesmo para cumprir. "Não teremos tempo para perder tempo.
Continuaremos a apostar na política social e educativa, na política de ambiente, protecção civil e desenvolvimento sustentável, no património, cultura, desenvolvimento turístico, planeamento urbanístico, requalificação urbana e rede viária", informou.

A autarca fez depois o ponto da situação acerca de algumas obras. Disse que o contrato programa de ligação do IP2 a Foz e Vale do Cobrão já foi aprovado. No caso da ligação viária de Vila Velha à Senhora do Castelo já foi lançado o concurso. Qualquer destas obras é superior a 500 mil euros. Promete também continuar a fazer investimento na área do desporto e da juventude.
"Ao todo são cerca de 100 medidas que fazem parte do nosso compromisso com Ródão para os próximos anos, desde o apoio aos mais idosos à promoção de actividades para os jovens. Para a implementação deste programa contamos com todos os eleitos para a Câmara e Assembleia Municipal", acentuou.


Presidente incita vereadores a fixar residência em Vila Velha

Maria do Carmo Sequeira realçou ainda que durante a última campanha eleitoral muitas vezes se abordou a questão de todos pretenderem consolidar o concelho de Vila Velha de Ródão e nunca como freguesia de um outro qualquer. "Todos pretendemos isso. Para isso é preciso que todos cumpram a sua obrigação". Assim, lançou o desejo de no próximo mandato os vereadores eleitos que têm morada fora do concelho se mudem para Vila Velha. E quem, para ser eleito, se fixou em Vila Velha, continue ali a morar até final do mandato, "porque foi isso que prometeram na campanha eleitoral".
Justifica a autarca que uma Câmara como a de Vila Velha não deve fazer despesas incomportáveis, pagando ajudas de custo para deslocações para quem vive noutra parte do país. "Foi isso que em tempos fiz. Devem cumprir os seus compromissos", concluiu.

 
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