Dom 05 Jul |
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A organização providenciou também a apanha no campo das tradicionais capelas, com as quais se fez uma fogueira. Relembre-se que segundo conta a população, outrora, cada uma das raparigas da aldeia fazia uma fogueira junto à sua casa para ver qual era a maior e mais bonita. O convívio contou com a presença de diversos forasteiros, mais precisamente hóspedes que alugam as casas destinadas a turismo rural, num total de nove, recuperadas por Custódio Tomé. Naquela ocasião, todas estavam alugadas, de modo que havia casais vindos de Lisboa. Juntaram-se à festa que contou com muita alegria, não faltando a animação musical. Até se cantou o fado e dançou. No ano passado já aconteceu o convívio mas de menor dimensão. Refira-se que a aldeia tem muitos motivos de interesse, desde logo os dois ateliers dos artesãos Vasco Dominguez(miniaturas em xisto) e António Cardoso(cesteiro). Estes laboram ao vivo e estão estiveram presentes na sardinhada. Jorge Fernandes, um dos habitantes locais, mostra a importância deste evento, pois traz animação à aldeia, onde reside muita população idosa. “Faltam eventos destes para animar a aldeia e estimular o convívio”, frisa. |
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