Seg 29 Jun |
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Serão instalados três aquários, que precedem reflectir a parte alta dos rios, a chama zona da truta, a parte média e a parte baixa dos rios, com águas já paradas. Nesses aquários haverá, assim, espécies que representam estes ecossistemas. As espécies estarão identificadas, haverá informação resumida sobre a biologia de cada um dos peixes. O visitante poderá ainda encontrar quatro posters com informação sobre aquilo que se passa nas zonas altas e médias dos rios e nas charcas. Estas últimas são utilizadas para rega, mas que têm espécies piscícolas. As barragens, com águas paradas, também possuem algumas espécies e serão também abordadas. Num quarto poster será feita referência a todos os entraves que as espécies piscícolas autóctones têm para a continuação da sua sobrevivência. Há um conjunto de infra-estruturas que têm sido construídas nos rios que têm dificultado a sua reprodução, nomeadamente a construção de barragens, falta de passagens para peixes, introdução de espécies exóticas e a retirada de areias dos rios. João Paulo Catarino justifica que ao fim de dois anos entenderam dar uma abordagem diferente aos conteúdos. “Desde a primeira hora entendi que se deveria fazer uma abordagem mais moderna da floresta. Por exemplo, falta o tema do Carbono+ e da piscicultura”, sublinhou. A Escola Superior Agrária está também a colaborar na criação de uma página Web com todos os cursos de água existente no concelho de Proença-a-Nova. O objectivo é mostrar que os cursos de água existentes têm potencialidades para a pesca desportiva(pescar e restituir o peixe à água). pretende-se atrair pescadores de qualquer parte do país ou estrangeiro, que podem organizar um fim-de-semana ligado à natureza e ao ambiente. O projecto está quase pronto, faltando alguns acertos a nível de conteúdos. |
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