Qua 24 Jun |
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O curso, com a duração de três semestres, surge da necessidade de qualificação dos agentes no sector florestal, para a efectiva modernização deste sector e respectivo crescimento económico. Pretende-se criar uma oferta de formação que dêem uma preparação avançada na utilização das novas tecnologias ao serviço da gestão sustentável das áreas florestais, na tecnologia e certificação florestal e a formação de técnicos capazes de dar resposta ao cumprimento dos objectivos definidos nos Planos Regionais de Ordenamento Florestal. O curso destina-se a licenciados nas áreas de silvicultura, ciências florestais e recursos naturais. Licenciaturas em áreas afins desde que o curriculum vitae demonstre experiência profissional e preparação cientifica de base. Detenção de curriculum escolar, científico ou profissional que ateste capacidade para a realização do ciclo de estudos do mestrado. O curso tem as seguintes saídas profissionais. Os mestres serão profissionais capazes de saber aplicar os conhecimentos adquiridos e desenvolverem capacidades de compreensão, de forma a evidenciarem uma abordagem profissional ao trabalho desenvolvido na sua área vocacional, bem como capacidade de resolução de problemas no âmbito da sua área de formação e de construção e fundamentação da sua própria argumentação. A estrutura curricular do mestrado é a seguinte. No primeiro mestre: Melhoramento Florestal, Tecnologias de Informação Geográfica, Estatística Multivariada, Interacção Floresta-Ambiente; Gestão e Silvicultura dos Sistemas Florestais e Aproveitamento e Gestão de Resíduos Florestais. No segundo semestre: Gestão Florestal Sustentável e Certificação, Transferência de Conhecimentos e Tecnologia, Processos de Conversão em Indústrias Florestais, Gestão Integrada de Pragas e Doenças Florestais, Avaliação de Impacte Ambiental, Modelação dos Sistemas Florestais e Introdução ao Trabalho-Projecto. O Presidente da Câmara de Proença, João Paulo Catarino, estava satisfeito com este momento. “Tivemos a sorte de encontrar os parceiros certos. “O mestrado representa a afirmação do CCVF num contexto regional e nacional. O espaço é belíssimo. Estamos no centro da floresta. O Centro tem a temática da floresta, dos territórios de baixa densidade populacional e do mundo rural, logo o mestrado encaixa bem neste espaço”, sublinhou. A presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco, Ana Maria Vaz, recordou que a proposta de criação do mestrado foi entregue em mão ao ministro e numa semana foi aprovado. Agradeceu o facto do CCVF ter disponibilizado as suas instalações desde a primeira hora, para que o mestrado fosse uma realidade. O director da Escola Agrária de Castelo Branco, João Moutinho, destacou que o CCVF possui óptimas condições para que parte das unidades curriculares previstas para o curso( 40 a 50 %) possam decorrer ali. “Não podem realizar-se ali todos, uma vez que é preciso recorrer a laboratórios, salas de informática e outros equipamentos”, sublinhou, acentuando também que desta forma descentraliza-se o ensino superior. |
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