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24

Jun

Oleiros Com Protecção Crianças e Jovens
Sociedade
Escrito por Paulo Jorge F. Marques   

oleiros_logoFoi apresentada publicamente a Comissão de Protecção Crianças e Jovens de Oleiros.
Depois da publicação em Diário da Republica, os passos a dar são: fazer um diagnóstico da situação da criança em Oleiros(se há casos de abandono escolar, violência doméstica ou alcoolismo); formar os elementos da Comissão, proceder à sua organização interna, que é importante para a sua eficácia, fazer o regulamento interno, elaboração do Plano Anual de Actividades e contactar com as escolas e centros de saúde.

A Comissão Alargada vai começar a preparar algum trabalho, nomeadamente preparar/pensar os programas de prevenção primária  dirigido a todas as famílias.
É que as famílias são ouvidas e parte integrante neste processo.

O presidente da Câmara Municipal de Oleiros, José Marques, desejou que a criação da comissão signifique um novo ciclo em prol dos jovens.
Em representação da Governadora Civil, Maria José Batista, salientou que é necessário ter espírito de missão para levar por diante a defesa dos direitos das crianças. “Desde que haja um só jovem em risco já se justifica criar a Comissão”, destacou, acrescentando que o distrito de Castelo Branco está quase todo coberto a nível de comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco.

O Presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, Armando Leandro, referiu ser necessário aumentar a protecção dos direitos das nossas crianças. “Vivemos num mundo contraditório e complexo. Fazem-se grandes aquisições técnico-científicas, mas debatemo-nos com um problema que afecta a dignidade das pessoas”, destacou, lembrando que a criança é dona do seu destino.

Referiu ainda que há que investir na qualidade da infância para ter futuro. “A criança tem os mesmos direitos dos adultos e outros próprios da sua condição. Tem direito à família, à palavra e participação, direito a brincar, a interiorizar regras, disciplina e educação. Temos que conceber um sistema que leve à concretização desses direitos”, disse, salientando ainda que as comissões são a própria comunidade organizada para responder às necessidades das crianças. “As crianças de Oleiros podem ver resolvidos os seus problemas de forma mais informal do que nos tribunais”.

 
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